A enxurrada de notícias ruins pode ser o estímulo para que algumas empresas se diferenciem e saiam da crise mais preparadas para ganhar mercado. Para Eliza Coral, consultora sênior do Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina (IEL/SC), em tempos de crise, inovar pode ser a chave para um reposicionamento da organização.
Ela abordou o tema na palestra “A importância da Inovação para a Competitividade”, nesta quarta-feira 25, no Sustentare Escola de Negócios, em Joinville. “Para inovar é preciso gerar idéias e não ter medo de errar. Precisamos aprender com os erros. “Apenas uma em cada sete idéias geradas em empresas que investem em inovação de fato se tornam realidade”, comenta.
Para a especialista, uma boa maneira de apoiar este movimento é remunerar quem tem boas idéias. “Trata-se de um estímulo que já mostrou resultados positivos em grandes empresas globais”, lembra.
De acordo com uma pesquisa do Sebrae, de São Paulo, 52% das micro e pequenas empresas que passaram por processos de mudanças em seus negócios tiveram um crescimento no volume de produção, 46% de faturamento e 39% maior produtividade da mão-de-obra.
A inovação é a força que revigora a empresa para um novo ciclo de vida. “É essencial para que a empresa não morra”, diz. Para ser inovadora, continua, a empresa precisa enxerga os gargalhos e as potencialidades. Deve saber a sua posição no mercado, fazer um autodiagnóstico, planejar ações e definir a sua carteira de projetos.
Deixe seu comentário!