Por que as empresas precisam relacionar-se com os públicos de interesse - como clientes, funcionários, comunidade, autarquias e imprensa. Esta é uma das respostas que o curso Comunicação Corporativa – Ênfase em Comunicação Interna e Endomarketing traz aos participantes. Ministrado pela jornalista Regina Hostin, será nos dias 18 e 19 de novembro, na Sustentare Escola de Negócios, em Joinville. O foco são os profissionais de Recursos Humanos, Marketing e Comunicação em geral.
Com quase 20 anos de experiência em Comunicação Empresarial, passagens por grandes empresas e cursos no exterior, Regina Hostin abordará temas como a globalização e a influência das redes digitais nesta mudança do relacionamento, a construção da reputação corporativa e como se comunicar com os públicos. “Hoje, mais do que nunca, as empresas precisam conversar com os públicos de interesse e ouvir o que eles têm a dizer. A comunicação necessita de uma profunda mudança, inclusive, tornando-se de mão dupla, ou seja, criando um diálogo entre as partes”, diz a jornalista.
Ela cita como exemplo, o público interno que deve ser envolvido nos rumos da empresa e entender as estratégias para se sentir parte do que está acontecendo. “O sentimento de “pertencer” torna o funcionário mais comprometido e fiel à organização”, completa.
Os protestos recentes no Brasil foram apenas uma das comprovações do poder dos públicos. Hoje as pessoas se reúnem mesmo sem estarem próximas fisicamente. Elas se juntam pela internet em nome de um interesse comum. Antes a comunicação era de um para um (telefone), ou de um para muitos (televisão). Com a internet, as mensagens são de muitos para muitos. As redes sociais transformaram o “comunicar” e todos podem falar com todos. Houve uma verdadeira explosão de liberdade de expressão.
Dentro das organizações ocorre um movimento semelhante. Todos conversam com todos dentro ou fora dela. Por isso, a transparência é cada vez mais exigida. “Se uma fonte oficial da organização não comunicar um fato, uma mudança ou qualquer outra notícia, alguém vai inventar. E a notícia vai ganhar força”. Paralelamente, câmeras e celulares vão registrar tudo acontece internamente. Não existe mais “quatro paredes”, como dizia o jornalista Mario Rosa. “Conversar com os públicos contribui para que mensagens corretas sejam distribuídas”, explica a jornalista.
E isto contribui para construir uma boa reputação da organização. Ter boa reputação é como ter um imã. Ela atrai novos clientes, investimentos, diminui rotatividade de funcionários e melhora o comprometimento deles, gera mídia positiva (imprensa), torna a comunidade mais parceira e fideliza fornecedores. Enfim, deixa a empresa mais competitiva e lucrativa”, finaliza.
Regina Hostin
Especialista em Gestão da Comunicação Empresarial, Regina Hostin tem curso de Extensão em Comunicação Corporativa pela Universidade de Syracuse (EUA) e Aberje (SP). É graduada em Comunicação Social – Jornalismo, professora da Disciplina de Comunicação Corporativa Internacional na Pós-Graduação de Gestão da Comunicação Empresarial da Univali. Teve passagens pela Bunge, Nissan e Schaefer Yatchs.
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