Os empresários catarinenses fizeram eco ao apelo da americana Sarah Palin, a vice na chapa do republicano John McCain na última eleição norte-americana. Em artigo recente, Sarah afirmou que a redução de gases estufa não compensa os custos. Uma pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) com 88 empresas de pequeno, médio e grande portes espelha esta realidade. Para 40,9% das companhias, há dificuldade em obter retorno financeiro com os projetos ambientais.Segundo os entrevistados, a falta de ganhos é o fator que mais limita o desenvolvimento de ações do tipo. Para José Magri, presidente da Câmara da Qualidade Ambiental da Fiesc, o problema é a visão simplista que muitos empresários ainda têm sobre o que significa adotar práticas sustentáveis. "As companhias ainda não se conscientizaram de que o resultado virá no longo prazo e inclui também valores intangíveis, como a imagem de marca", aponta.Algumas empresas pensam que esses projetos se resumem à compra de equipamentos que reduzam a emissão - iniciativa que, isolada, representa apenas gasto. O correto, diz Magri, é pensar todo o processo produtivo, desde a troca de matéria-prima até a reutilização eficiente de recursos. A entidade vai começar a dar consultoria sobre sustentabilidade.
Fonte: Revista Amanhã - http://www.amanha.com.br/NoticiaDetalhe.aspx?NoticiaID=879a097e-f392-4442-9f3b-d39a2845cd5a
O verde e as verdinhas
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